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_ domingo, março 19, 2006 _


sobre 'A history of violence'

se o filme aponta na primeira metade para uma reflexão sobre a violência, porque é que decide depois assumir uma perspectiva caricatural? não percebi, não gostei.

João | 22:01 |

8 Comments:

At 21/3/06 19:09, Blogger Branco Ecléctico said...

Gostava de ir ver esse filme! Bem... talvez nos encontremos, outra vez, num outro filme ;) :P :)

 
At 22/3/06 11:10, Blogger João M said...

é só combinar, quando vierem a lisboa outra vez avisem.

 
At 22/3/06 19:12, Blogger O Puto said...

Vi o filme ontem. Apesar de ter gostado mais da primeira parte, penso que será lógica a sequência reflexão->assunção. Do universo Cronemberg apenas vislumbrei alguns pormenores (mutilações, genética dos comportamentos, bizarria). Também ficaste com essa impressão?

 
At 22/3/06 22:13, Blogger duarte said...

Ainda não vi. Do que conheço do Cronenberg gosto especialmente do Spider (que nem sequer é um filme com os elementos típicos dele, tanto quanto me pareceu).

 
At 22/3/06 22:56, Blogger João M said...

o Spider é cá uma seca...

Puto, eu achei que a parte da 'assunção' era cómica.

 
At 22/3/06 23:42, Blogger duarte said...

Herege!
Hades arder na fogueira!
O Spider é magnífico.

 
At 24/3/06 11:35, Blogger Andre said...

Eu gosto muito deste. Sem dúvida melhor que o Spider.

 
At 27/3/06 10:24, Blogger Escrevedora said...

nunca pensei que o Cronenberg me desiludisse desta maneira, é o único comentário possível.

Enfim, mas depois do Spider, acho que era de certo modo naif da minha parte querer acreditar que deste ia gostar tanto como do ExistenZ.

Enredo óbvio, representação péssima, fotografia sem comentários.

Quanto mais via mais me convencia de que estava a ver uma peça de teatro filmada e retransmitida na RTP2, daquelas que redefinem o termo low-budget.

 

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