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__ Segunda-feira, Junho 15, 2009 __ Sexta-feira, Abril 10, 2009 _este single é muito bom porque:
João | 12:48 |
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- canção Abbesca à volta de um nome próprio. tenho um fraquinho por coisas destas e Antonio sempre é melhor do que Ásbjörn ou Oddmund. - este post deu-me a conhecer um novo termo: "emotrónica". é estranho não ter ainda reparado nele porque a Rihanna faz isto. e se existir um tendência capilar para emotrónica que se adeque a rapazes com pré-calvície então i'm all into it. _ Domingo, Fevereiro 08, 2009 __ Quarta-feira, Janeiro 28, 2009 _não existe nenhuma vantagem em guardar jornais velhos, mas se por algum desmazelo inconsciente isso acontece, não existe nenhuma desvantagem em voltar a lê-los. _ Domingo, Janeiro 18, 2009 _(1) vi a rapariga falar com as outras pessoas. era ainda adolescente, talvez 18 ou 19 anos, calçava umas sapatilhas Nike, com cores fluorescentes, empoeiradas, e as calças de ganga estavam rasgadas na baínha. eu estava a comer uma salada tropical e ela aproximou-se da minha mesa. como tinha antecipado a pergunta limitei-me a responder com um aceno de cabeça. ela voltou a insistir, disse que tinha perdido a carteira, não tinha dinheiro, e desta vez eu expliquei que não tinha moedas e ambos percebemos a retórica mentirosa dos nossos discursos. a rapariga voltou-se para outra mesa. eu estava sozinho, e ver quais as pessoas que davam ou não algumas moedas passou a ser uma forma de passar o tempo da refeição.
João | 01:34 |
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a rapariga voltou alguns minutos depois com um tabuleiro na mão, sentou-se na minha mesa, e desembrulhou um hambúrguer. nesta altura eu estava ainda a comer a minha salada tropical, a fazer o esforço consciente para comer naturalmente a salada tropical. tentei focar a atenção noutras pessoas. a rapariga comia muito serenamente e conseguia ignorar-me totalmente. quando a minha refeição terminou, eu era fraco e a rapariga era forte. contei isto e fui recriminado: "é muito triste que te custe dar uma moeda a uma pessoa que precisa de comer". (2) estava à espera de uma amiga e fui abordado por uma senhora que fez uma introdução algo rebuscada e algo interminável à qual eu ia reagindo com uma expressão facial que indicasse que não iria aceder a nada que me propusesse, sinal que ela percebia e ignorava, prosseguindo e fazendo um esforço cada vez maior para causar empatia entre nós. e eu como estava naquele local por um propósito, sem poder movimentar-me, ouvi toda a história. a senhora teve um domínio total do diálogo e apenas me deu oportunidade para falar quando terminou. eu recusei. ela fez um sorriso e disse: "custa muito dar 50 cêntimos não custa?". a mudança drástica de uma simpatia forçada para um sarcasmo tão cortante foi surpreendente. senti que a senhora era forte e eu era fraco. _ Sábado, Dezembro 20, 2008 _(1) ...
João | 16:28 |
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(2) gosto muito. (3) entre as coisas que deixei de fazer em 2008, fazer playlists foi uma, comprar discos foi outra, desabafar sobre dilemas pessoais foi outra. tudo isto = não ter assunto para o blog. fui ontem à "Festa da Avenida" organizada pela associação Filho Único. eram 23h quando cheguei ao nº 211 da Av Liberdade e encontrei um fila de talvez meia centena de pessoas. passados 2 cigarros e alguma conversa, cheguei à conclusão dos seguintes factos: a porta estava fechada, o que de acordo com as leis naturais impedia as pessoas de entrar, ou se entravam, era arbitrariamente, quando a porta abria para algumas pessoas escolhidas à revelia da fila espontânea que a sociedade civil formara na rua; o contacto telefónico com pessoas mais bafejadas pela sorte permitiu saber que "existia espaço" lá dentro; não havia nenhum papel a indicar lotação esgotada, nem ninguém cá fora identificado como sendo da organização. acabámos por vir embora depois de 40 minutos perdidos.
João | 16:21 |
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_ Quarta-feira, Novembro 26, 2008 __ Sábado, Novembro 08, 2008 _![]() ![]() ![]() achei muita graça à curiosidade empertigada deste pequenote. no momento da terceira fotografia fiquei com a sensação que me ia morder.
João | 23:50 |
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_ Sábado, Novembro 01, 2008 _![]() o concerto da Róisín: apetecia-me dançar mas o som da banda não era tão over-the-top quanto a performance da Róisín. os hit singles precisam de ganhar volume e corpo nos momentos de euforia. mas é um pormenor pequeno, porque gostei muito. depois disto, voltei a ouvir o "I am not a doctor".
João | 11:50 |
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_ Terça-feira, Setembro 30, 2008 _Well he was thailand based She was an airforce wife He used to fly weekends It was the easy life But then it turned around And he began to change She didn't wonder then She didn't think it strange But then he got a call He had to leave that night He couldn't say too much But it would be alright He didn't need to pack They'd meet the next night He had a job to do Flying to cambodia And as the nights passed by She tried to trace the past The way he used to look The way he used to laugh I guess she'll never know What got inside his soul She couldn't make it out Just couldn't take it all He had the saddest eyes The girl had ever seen He used to cry some nights As though he lived a dream And as she held him close He used to search her face As though she knew the truth Lost inside cambodia But then a call came through They said he'd soon be home She had to pack a case And they would make a rendez-vous But now a year has passed And not a single word And all the love she knew Has disappeared out in the haze Cambodia - dont cry now - no tears now And now the years have passed With not a single word But there is only one thing left I know for sure She wont see his face again a história da mulher casada com o piloto que desapareceu misteriosamente no Camboja, pela Kim Wilde, merece que nos concentremos na sua complexidade em vez de nos abandonarmos ao mero reflexo de bater o pezinho. e não me lembro de outras músicas com pormenores demasiado particulares que me interessem à excepção desta que se chama "Georgia". é uma ameaça amorosa que consiste em apanhar um voo para a Georgia e julgo que não existe muita gente que se vá identificar com tal ideia (embora o facto de a música ser bastante catchy torne tudo muito confuso): |
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