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_ terça-feira, setembro 27, 2005 _



hoje acordei assim. gostava de subir para cima da mesa e gritar emoootion emoootion emoootion, talvez alguém comece a chorar.
João | 15:45 |

12 Comments:

At 28/9/05 16:41, Anonymous Cereja said...

Pensa no tweed e conta até 10... devagar...

 
At 28/9/05 17:07, Anonymous Anónimo said...

Mac DevCenter Survey Closed - Results Coming
Last time I looked, we had more than 1,300 respondents . As of today, I've closed the survey so the link to the Zoomerang site is no longer active.
I was just searching blogs and found yours. I like it!

Sonny M.

If you have a moment, please visit my site on bipolar depression...I think you'll find it interesting. It pretty much covers bipolar depression related stuff.

Come and check it out if you get time :-)

 
At 28/9/05 17:18, Blogger rita said...

compreendo-te, mon amie.

 
At 28/9/05 17:30, Blogger João M said...

Estes comentários spam são aleatórios? É que receber um comentário sobre "bipolar depression" num post em que digo que me sinto esvaziado mas quero gritar "emoção emoção" é a prova que deus existe.

 
At 28/9/05 17:36, Blogger João M said...

Cereja, as contagens enervam-me e o tweed não me ajuda. Mas como disse, não estou em baixo. Obrigado.

Rita, eu sei que sim.

 
At 28/9/05 17:43, Blogger rita said...

também me fartei de rir quando li o spam da depressão bipolar. mas não disse nada porque pensei que o apagasses. não o faças. sim: é a evidência de deus!!

 
At 28/9/05 18:56, Blogger O Puto said...

É a multidimensionalidade (não sei se esta palavra existe) da nossa vivência. Vive-se sobre vários eixos com 2 extremos cada. Podemos nunca percorrer toda a extensão de cada eixo, mas podemos atingir um ou outro extremo, embora esse estado não seja permanente uma vez que todos temos uma velocidade pessoal. Acontece a nível sexual (o eixo homo/hetero), a nível social (solitário/solidário) e também a nível dos valores e objectivos (ideal/material). Neste último é necessário um equilíbrio, pois quem anda sempre nas nuvens arrisca-se a cair, e quem só dá importância à ostentação arrisca-se a não conhecer o que de belo e etéreo a vida nos oferece.
Quanto à felicidade (essas horas...) no trabalho, é o "não só, mas também", pois é uma componente que condiciona os restantes campos. Mas é sempre possível uma compensação. Eu tenho sorte, pois o meu ambiente laboral é um pouco mais cheio que o teu, e nunca senti necessidade desse grito. Mas espero que o futuro te sorria.
Abraço!

 
At 28/9/05 18:59, Blogger O Puto said...

Ah, outra coisa. Esse spam (seria?) sobre a doença bipolar é realmente uma grande coincidência. Is That All There Is?

 
At 29/9/05 09:34, Anonymous Cereja said...

J: tens razão, se os conselhos prestassem vendiam-se...

 
At 29/9/05 10:56, Blogger Venus as a boy said...

Como te compreendo! Eu acho impossível retirar prazer do trabalho! Até podemos não desgostar daquilo que vamos fazendo, mas retirar prazer?! Como é possível gostarmos de algo que nos obriga a acordar cedo todos os dias, semanas, meses, anos?... Como é possível gostarmos de fazer tarefas rotineiras (por mais diferentes que elas sejam entre si, a rotina instala-se. são as mesmas pessoas, os mesmos ambientes, os mesmos percursos...)?
Tal como dizes, infelizmente temos de trabalhar porque a vida é muito mais do que trabalho e temos todo um mundo lá fora à nossa espera para conhecer! E só conseguimos conhecê-lo porque precisamos de ter dinheiro na carteira.

 
At 29/9/05 11:03, Blogger gonn1000 said...

"eu sou a Madame Bovary do mundo laboral"

5/5 LOL... Parece que os momentos de crise te proporcionam inspiração para a escrita. Revejo-me um pouco no teu texto, mas apesar de alguma inevitável rotina não me posso queixar do meu trabalho, felizmente.

 
At 29/9/05 14:09, Blogger COCOnaVENTOINHA said...

Se te serve de algum consolo, também Fernando Pessoa era escriturário. Não consta que fosse feliz no que fazia, depois não admira que desse na coca e dedicasse as horas vagas ao ocultismo. Para manter a sanidade mental(?) escrevia umas coisinhas que, pudoradamente, encafuava num baúzinho.

As coisas dele dão-me grandes alegrias, como este "ler é maçada, estudar é nada, o sol doira sem literatura!" que repito para mim mesmo várias vezes ao dia...

 

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